Sobre o Produto
O PEA & Mag da linha EssentialSeries da HSN é um suplemento alimentar em cápsulas vegetais baseado em Palmitoiletanolamida (PEA) ultramicronizada de fonte vegetal e Citrato de Magnésio, desenvolvido para suporte ao equilíbrio inflamatório natural, à modulação da dor neuropática e à saúde do sistema nervoso. A PEA (Palmitoiletanolamida) é um lipídio endógeno pertencente à família das amidas de ácidos gordos, produzido pelo próprio organismo em resposta a estímulos inflamatórios e de lesão tecidual, funcionando como parte do sistema de defesa anti-inflamatória natural do corpo. A micronização avançada (tamanho de partícula de 0,8 a 6 µm) garante uma biodisponibilidade muito superior à da PEA convencional não micronizada, que tem absorção muito limitada pela sua natureza lipídica e baixa solubilidade aquosa. A dose eficaz diária de 1200 mg de PEA é complementada com 250 mg de Magnésio via Citrato de Magnésio (uma das formas com maior biodisponibilidade), que contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso e a manutenção dos ossos. PEA de fonte vegetal (rara e exclusiva), adequada para dietas veganas. Sem alergénios, sem glúten, sem OGM.
Benefícios
PEA: a amida lipídica endógena com papel central no sistema de defesa anti-inflamatória natural do organismo: A Palmitoiletanolamida (PEA) é uma amida do ácido palmítico (C16:0) com a etanolamina, pertencente à família dos endocanabinoides lipídicos. É sintetizada a pedido (on demand) pelas células do organismo em resposta a estímulos de lesão, inflamação e stresse celular, funcionando como um modulador lipídico endógeno do sistema imunitário e do sistema nervoso. A PEA atua principalmente como agonista dos recetores PPAR-α (Peroxisome Proliferator-Activated Receptor alpha), que são fatores de transcrição nucleares com papel central na modulação da expressão de genes pró-inflamatórios, e como modulador dos mastócitos e da micróglia (as células imunitárias do sistema nervoso central), reduzindo a libertação de mediadores pró-inflamatórios e pró-nociceptivos que amplificam a dor e a inflamação crónica. Este mecanismo de ação através dos PPAR-α distingue a PEA dos AINE convencionais (que inibem as COX-1 e COX-2) e dos canabinoides (que atuam nos recetores CB1 e CB2), conferindo-lhe um perfil de segurança e tolerabilidade excecional sem os efeitos adversos gastrointestinais, cardiovasculares ou psicoativos associados a essas outras abordagens.
Ultramicronização para biodisponibilidade máxima: tamanho de partícula de 0,8 a 6 µm: A PEA é uma molécula lipídica com elevado coeficiente de partição octanol/água (logP elevado) e baixa solubilidade aquosa, o que resulta numa absorção gastrointestinal muito variável e limitada quando administrada na forma cristalina convencional. A ultramicronização, que reduz o tamanho das partículas para 0,8 a 6 µm (micrométros), aumenta dramaticamente a superfície de contacto com o fluido gastrointestinal, melhorando a solubilidade efetiva e a taxa de absorção intestinal. Estudos farmacocinéticos demonstram que a PEA ultramicronizada tem biodisponibilidade plasmática significativamente superior à da PEA convencional à mesma dose, tornando a forma micronizada muito mais eficaz por grama de produto ingerido. A dose de 1200 mg/dia de PEA ultramicronizada da HSN é a dose utilizada nos estudos clínicos que documentam os efeitos mais consistentes na modulação da dor neuropática e inflamatória.
Base de evidência crescente: mais de 70 a 80 estudos clínicos publicados por ano desde 2012: A PEA foi descoberta em 1957 e identificada nos tecidos de mamíferos em 1965, mas a explosão do interesse científico aconteceu nas últimas décadas. Desde 2012, são publicados anualmente 70 a 80 estudos clínicos sobre PEA, tornando-a um dos compostos com mais rápido crescimento em investigação na área da nutrição e da neurociência. As áreas com maior base de evidência incluem: dor neuropática crónica (incluindo neuropatia diabética, síndrome do túnel cárpico e nevralgia pós-herpética), dor inflamatória crónica (incluindo osteoartrite e fibromialgia), condições neurológicas e neurodegenerativas, e suporte à recuperação muscular e articular em atletas. Meta-análises publicadas documentam reduções consistentes nos scores de dor em múltiplos modelos de dor crónica com doses de PEA entre 300 e 1200 mg/dia.
Modulação da dor neuropática e inflamatória sem efeitos adversos significativos: A PEA tem um perfil de segurança excecional, com ausência de efeitos adversos significativos documentados em estudos de uso continuado até 12 meses, sem potencial de dependência, sem interações farmacológicas significativas conhecidas e sem os riscos gastrointestinais dos AINEs ou os riscos cardiovasculares dos corticoides. Esta segurança torna a PEA especialmente relevante para populações vulneráveis aos efeitos adversos dos analgésicos convencionais, incluindo adultos mais velhos com doença renal ou gastrointestinal, atletas que pretendem evitar os riscos de saúde dos AINEs em uso crónico, e pessoas com dor neuropática onde os AINEs são ineficazes.
Suporte à recuperação articular e muscular em atletas: O uso intensivo da musculatura e das articulações em treino de alta intensidade provoca microinflamação localizada que é o sinal fisiológico normal do processo de adaptação e recuperação. A PEA, pela sua ação moduladora dos mastócitos e da resposta inflamatória local, pode contribuir para uma resolução mais eficiente deste processo inflamatório pós-exercício, reduzindo o tempo de recuperação e o desconforto articular e muscular entre sessões de treino. O seu uso é especialmente relevante para atletas com inflamação articular crónica de baixo grau associada ao sobreuso ou ao treino de alta intensidade.
PEA de fonte vegetal: vegana, exclusiva e mais sustentável: A PEA é tipicamente extraída de fontes animais (gema de ovo, tecidos animais), sendo a PEA de fonte vegetal rara e de produção mais complexa e dispendiosa. A HSN faz a escolha de utilizar exclusivamente PEA de origem vegetal, tornando o produto adequado para dietas veganas e vegetarianas e para todos os utilizadores que por razões éticas, religiosas ou de preferência evitam produtos de origem animal. Esta escolha diferencia o PEA & Mag da HSN da maioria dos suplementos de PEA disponíveis no mercado.
Citrato de Magnésio para suporte sinérgico ao sistema nervoso: O Magnésio (via Citrato de Magnésio, uma das formas com maior biodisponibilidade) complementa a ação da PEA no suporte ao sistema nervoso central e periférico. Conforme reconhecido pela EFSA, o Magnésio contribui comprovadamente para o normal funcionamento do sistema nervoso, para a redução do cansaço e da fadiga, para a função muscular normal e para a manutenção dos ossos normais. O Magnésio tem também um papel específico na modulação da transmissão da dor ao nível do SNC, atuando como antagonista natural do recetor NMDA (N-metil-D-aspartato), o principal recetor glutamatérgico implicado na sensibilização central da dor crónica. Esta ação complementa e potencia os mecanismos anti-nociceptivos da PEA, justificando a combinação sinérgica das duas moléculas numa fórmula única.
Utilizações
Dose recomendada: Tomar a dose indicada na embalagem (tipicamente 2 a 4 cápsulas por dia) com refeições. A toma com alimentos que contenham gordura melhora a absorção da PEA, dado que a sua natureza lipídica beneficia da presença de gordura alimentar no intestino para incorporação nas micelas de absorção.
Duração do tratamento: Os efeitos da PEA são cumulativos e tipicamente requerem 4 a 12 semanas de uso continuado para resultados clinicamente perceptíveis em condições de dor crónica. Para suporte à recuperação desportiva, os efeitos podem ser percetíveis mais rapidamente (1 a 4 semanas).
Combinações sinérgicas: Para suporte articular mais abrangente, combinar com o Colagénio Saúde Articular em Pó da HSN (que inclui Condroitina, Glucosamina, MSM e Boswellia) ou com o Ómega-3 (que tem propriedades anti-inflamatórias complementares através da via das resolvinas e protectinas).